O Palmeiras é campeão da Supercopa Feminina após um clássico eletrizante contra o Corinthians. Depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal, o Verdão mostrou frieza e personalidade nas cobranças de pênaltis para vencer por 4 a 3 e levantar a taça.
Uma final intensa, com emoção do início ao fim, reação dentro do jogo e decisão definida no detalhe — como costuma acontecer nos grandes clássicos.
Primeiro tempo de tensão e vantagem do rival
O jogo começou com muita marcação e pouca liberdade para as equipes criarem. O Corinthians aproveitou melhor uma das poucas oportunidades que teve e abriu o placar com Jaqueline, colocando pressão sobre o Palmeiras.
O gol adversário obrigou o Verdão a sair mais para o jogo e assumir riscos. A equipe passou a ter mais posse de bola e presença no campo ofensivo, tentando encontrar espaços na defesa rival.
Reação com a liderança de Bia Zaneratto
A resposta alviverde veio com a capitã e referência técnica do time. Bia Zaneratto apareceu no momento decisivo e marcou o gol de empate, recolocando o Palmeiras na partida e incendiando o clássico.
O gol deu confiança ao time, que passou a pressionar mais e buscar a virada ainda no tempo normal. A equipe mostrou organização, entrega e intensidade, criando boas chegadas ao ataque.
Apesar das oportunidades, o placar não foi alterado, e a decisão foi para as cobranças de pênaltis.
Pênaltis com frieza e personalidade
Nas penalidades, o Palmeiras mostrou concentração, confiança e mentalidade de campeão. As cobradoras foram eficientes, e a equipe converteu suas chances com segurança.
Do outro lado, o Corinthians acabou desperdiçando uma cobrança, o que abriu caminho para o Verdão fechar a série em 4 a 3 e garantir o título.
Em decisão contra o maior rival, a postura nas penalidades foi determinante. O Palmeiras mostrou preparo emocional e técnico para suportar a pressão e sair com a taça.
Título de peso e resposta em clássico
O título da Supercopa Feminina representa mais do que uma taça: é uma afirmação de força em clássico, mostrando a evolução e a competitividade do Palmeiras feminino.
A equipe teve capacidade de reação, equilíbrio emocional e eficiência no momento mais decisivo da final.

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